Em roupas de festa, vestido e saltos, Rafaela conseguia parecer ainda mais bela do que de costume. Henrique havia ido buscá-la com seu carro usado, recém-comprado em várias prestações, com muito orgulho, e a levaria ao casamento de um primo. Antes de partir, buzinou de leve para o sogro, viúvo mas simpático e de bem com a vida, ainda no portão.
“Fique bem, sr. Wagner! Melhoras para suas costas!”
“Obrigado, meu filho. Até mais.”
Rafaela tinha cabelos muito escuros e, apesar de certa ascendência indígena que se mostrava em alguns traços, um pouco ondulados. Haviam sido especialmente cuidados para a ocasião. Henrique olhava quando podia para o banco ao seu lado, e percebeu que a cor do batom da garota, sobre os lábios perfeitamente desenhados, também o agradavam. Sua namorada era, realmente, linda.
Se lhe perguntassem, uma semana depois, provavelmente não se lembraria de quase nada da cerimônia e da recepção, exceto um pequeno detalhe. Dançaram, bem juntos, e em algum momento em que o ritmo era o forró, mal conseguiu conter-se quando a coxa de Rafaela colocou-se entre as suas. Era um namoro às antigas, que tinha tido muito pouco de físico até então. Esse acontecimento e a lembrança da silhueta da garota subindo uma escada à sua frente, num dado momento, foram combustível suficiente para as fantasias de um rapaz tão jovem durante toda uma semana.
Ambos tinham dezoito anos e eram virgens. A garota tinha muito recato, e objetivo de resguardar-se. O rapaz respeitava muito essa decisão, e estava certo de que valia a pena. Considerava que, naquele momento, seu papel era colocar-se no honrado lugar de jovem trabalhador com objetivos nobres. Com isso conquistava a todos e, sabia, acabaria, eventualmente, tendo a oportunidade de ver aqueles lábios mágicos fazendo mais do que simplesmente beijá-lo. Essa era uma fantasia recorrente: aqueles olhos lindos, fixos nos seus, enquanto aquela boca perfeita tocava de leve seu membro ereto… Nunca havia conseguido chegar para além daí quando se entregava a esse pensamento durante suas breves sessões de masturbação.
Somente um evento, e esse, memorável, havia acontecido no sentido de satisfazê-lo e, tinha certeza, também a garota. Embora não tivesse sido o ato completo, tinha grande espaço em suas lembranças, especialmente nas tais horas de aliviar-se, que se tornavam cada vez mais frequentes. Acontecera que tinham viajado para perto, fazendo um pequeno passeio de um dia, à chácara de algum conhecido. Tomaram carona cedo com um amigo e foram, sem nenhum objetivo além de curtir um pouco o sol do fim do verão e o frescor de uma piscina. Depois de uma manhã e uma tarde agradáveis, ficaram na água um pouco mais, enquanto os outros arrumavam suas coisas para voltar. Rafaela, com sua voz doce, reforçava o quanto o amava.
“Descupe esse tempo todo longe. Queria poder te ver todo dia. Mas, você sabe, com esse problema do meu pai e tudo…”
“É claro, lindinha.”
“Me abraça?”
Ficaram juntos, colados, por alguns instantes. A visão da garota já o havia deixado ereto há muito tempo, e o rapaz estava excitado a ponto de se esquecer da etiqueta e não fazer muita questão de esconder. Pelo contrário: segurou-a pela cintura e a puxou para si, enquanto a beijava. Rafaela correspondia e moviam-se, esfregando-se um no outro como podiam. A sensação era fantástica; após dois minutos, no entanto, Henrique caiu em si e achou que não pegaria bem caso alguém voltasse e os visse. Delicadamente, afastou-se um pouco, encostando-se numa das beiradas da piscina, e brincou, para não ficarem sem graça:
“Temos de disfarçar um pouco essas coisas…”
“Tem razão.”
A garota achou melhor ficar de costas para ele. Mas nenhum deles aguentaria a distância naquele momento, mesmo que fosse de um centímetro. Logo, ela estava encostada nele, e Henrique podia sentir as nádegas de Rafaela resvalando em seu membro, encarcerado no calção. Não tinha certeza se era de propósito, mas não conseguiu pensar muito e acabou puxando-a novamente para si. A vontade era tanta que a encoxou sem cerimônia, no que a garota novamente correspondeu, fazendo pressão. Em sua ingenuidade, ficou pensando que poucas coisas poderiam ser tão gostosas quanto aquilo, e, mal percebendo, passou a acariciar entre as pernas da jovem e, com a outra mão, também um de seus seios. Rafaela continuava a fazer pressão com suas nádegas perfeitas, enquanto guiava Henrique com as mãos. Com grande esforço, o rapaz ainda olhou em volta para ter certeza de que estavam sozinhos e, na sequência, percebeu que estava atingindo um ponto sem volta. A garota o fazia acariciá-la rápido, e parecia também estar atingindo o êxtase, enquanto gemia, contida. Esfregavam-se, loucos, e sabiam que iam gozar, e que ia ser o máximo. Nada mais existia, além deles. Nada parecia mais natural, ou mais correto. Rafaela respirou mais rápido e gemeu, sem conseguir segurar, enquanto segurava os cabelos de Henrique. O rapaz ejaculou jatos e mais jatos dentro daquela piscina e entre as nádegas de sua delicada namorada.
Esse havia sido o único momento desse tipo, e, após várias semanas, parecia que a moça havia, se não se esquecido, ao menos considerado deixar a lembrança de lado e voltar ao caráter original do relacionamento. Henrique até que achou justo, embora, às vezes, tivesse muita vontade de dar, mais uma vez, um passo adiante. Mas Rafaela, na verdade, não havia se esquecido e tampouco queria esquecer. No primeiro ano da faculdade noturna de contabilidade, enfrentava aulas chatas deixando sua mente voar para longe, e, corriqueiramente, acabar atingindo esse mesmo dia da piscina. Embora todo o código moral com que estava acostumada não a levasse a praticar atos de prazer junto do namorado, os mesmos não a impediam de também fantasiar um pouco em certos momentos do dia. Essa vontade, que mal externalizava, a fizera sair da aula e ir a um local reservado mais de uma vez para satisfazer-se, fazendo de conta que eram as mãos de homem de seu namorado que a tocavam. Nunca havia contado a Henrique sobre isso, mas o rapaz imaginava que algo nesse sentido deveria acontecer, ao menos de vez em quando. O início de uma aula, as anotações precisas feitas pela aluna dedicada, o levantar do braço para fazer uma pergunta e o retorno à posição de descanso, num movimento que agitava de leve seus seios, que apareciam um pouco no decote comportado. Então, a mente vagando, a chegada de um pensamento excitante, a aula ficando em segundo plano, a saída de dentro da classe e a ida a qualquer local em que pudesse meter logo a mão dentro da calcinha e sentir a própria umidade, sentada e com as panturrilhas tensas, os calcanhares levantados e os olhos fechados, chegando cada vez mais perto do delicioso orgasmo.
Toda essa tensão e o ápice hormonal da juventude mexiam com ambos, mas um amor puro e grande companherismo eram também constantes. Sentiam saudade sincera, genuína, e não era só o sexo que ocupava suas mentes. Rafaela preocupava-se, por exemplo, com um problema na coluna de seu pai, motorista a vida toda, e que necessitava de sessões de fisioterapia que o plano de saúde modesto demorava-se a liberar. Não podia parar de dirigir, mas, quando em casa, precisava evitar todo tipo de esforço, o que ocupava, além dos pensamentos, também o tempo de Rafaela. Um sacrifício, no entanto, muito pequeno para ela, pessoa de princípios e boa índole que era. Henrique certamente apoiava o comportamento e também fazia seus movimentos para ajudar.
Também o garoto tinha suas questões, mas, sobretudo, bastante gana no sentido de fazer um pé de meia. Essas preocupações o ocupavam, e, percebeu, eram a única coisa que desviavam sua cabeça do lindo rosto e das deliciosas curvas de sua namorada, ainda que, certamente, não por muito tempo. Mesmo assim, todos os dias, consolava-se com a perspectiva de conversar ao telefone com Rafaela, nem que fosse por pouco tempo. E a garota, numa dessas noites, decidiu por abrir-se um pouco mais.
“Oi, meu lindo! Como está?”
“Bem. Com saudades.”
“Também. Escuta, sabe da novidade? Meu pai conseguiu as sessões.”
“Que ótimo!”
“Sim. Também terá transporte. Se não conseguir, também, irá de ônibus. Sabe como é orgulhoso.”
“Pois é.”
“Agora, mudando de assunto, queria saber. Tenho sentido algumas coisas… Você também sente?”
“Como assim?”
“Vontades…”
O jovem se animava.
“Sim, eu sinto. Mas você sabe. Não queria ficar te perturbando com isso… Sei da sua decisão de esperar.”
“Sim, eu sei. Mas pensei que conversar não faz mal, né?”
“Com certeza.”
“Às vezes… Às vezes penso no dia da chácara. Foi único para mim, sabe… Me deixa com vontade quando lembro… Você está me achando estranha, muito safada, sei lá?”
“Claro que não… Sabemos que é natural. Eu também lembro muito desse dia.”
“Só de falar fico com vontade de novo.”
“Ah é?” E com um pouco de malandragem na voz: “Mas precisamos fazer passar, né?”
“Você vai achar ridículo se eu propuser uma coisa? É que… Estou com a mão dentro da calcinha, mas não queria fazer isso sozinha… Sabe?”
“Nada de ridículo.”
Henrique, fechado em seu quarto, alcançou o membro por dentro do calção. Começaram a tocar-se. Então Rafaela disse:
“Faço de conta que é você… E vou ficando toda molhada…”
“Não fala assim… Não aguento. Estou tão excitado…”
“Eu posso imaginar. Achei tão gostoso sentir você aquele dia na piscina. Você está igual aquele dia?”
O rapaz sentiu que precisava parar um pouco com seus próprios movimentos, se não não conseguiria acompanhá-la até o fim.
“Também vou fazer de conta que é você. Se importa?”
“Não, não tem problema.”
A respiração de Rafaela começou a ficar mais intensa através do telefone. Acrescentou, enquanto ofegava:
“Faz de conta que sou eu. Estou batendo uma para você.”
Aquela expressão não parecia comum para a garota, e, embora Henrique tenha estranhado por um breve momento, percebeu logo que ela já não estava pensando direito e isso o deixou ainda mais perto do clímax. Também estava ofegante e só conseguiu dizer:
“Vou gozar, lindinha!”
“Só mais… Um… Pouquinho…”
O rapaz diminuiu a velocidade para esperá-la. Não sabia ainda como faria quando de fato ejaculasse, mas decidiu que valia a pena pensar na limpeza depois. Rafaela suspirou com um gemido.
“Isso! Estou quase lá…”
“Vamos gozar, lindinha!”
A garota ainda conseguiu dizer, em mais um gemido contido:
“Estou… Gozando…!”
Henrique ejaculou um, dois, três jatos, cheios e repletos. Alguns saíram pela perna do calção e sujaram a colcha.
Alguns dias depois, o rapaz manobrava seu carro, em frente à casa de seu sogro. Parou em frente já escutando a voz rouca do velho sr. Wagner.
“Que besteira, rapaz!? Foi a Rafa que lhe pediu? Não esquente a cabeça não… Eu vou de ônibus. Essa menina não tem jeito!”
“Deixa, seu Wagner. Eu te levo. De carro é rapidinho, nem é tão longe. Para quê o esforço?”
A garota apareceu, saindo da casa depois do pai. O homem continuava:
“Não se preocupe, filho. Andar não faz mal, e, na verdade, até alivia as dores.”
Rafaela acenava que já havia desistido, e, imaginava Henrique, certamente após muita insistência. Nisso, o homem já abria o portão, passava pelo rapaz e lhe dava um tapa carinhoso nas costas.
“Vá lá para dentro. Tem café. Volto logo!”
Henrique entrou pelo portão, e, ao lado da namorada, assistiu ao orgulhoso homem dobrar a esquina. A garota desabafava.
“Ele é que não tem jeito. Precisa me ouvir. Só tem a mim para cuidar dele.”
Aborrecida, pegou o rapaz pela mão e o levou para dentro. O rapaz agora teve dúvida se a desejava mais em salto alto e vestido de festa ou nas roupas de casa que estava usando. Não pôde conter-se e ficou admirando, enquanto caminhava, a visão daquele ser fantástico, daquela mágica mulher vestida de shorts curtos. Suas coxas deviam ser a coisa mais linda do mundo. Caiu em si, então, e percebeu que aquilo não era momento para pensar nessas coisas.
“Vamos ficar um pouco aqui. Não há o que fazer. De qualquer forma, você havia tirado a tarde, certo?”
“Verdade.”
Ao lado da garota, sentado no sofá, percebeu que era a primeira vez que se viam sozinhos.
“Obrigada, meu lindo. Apesar de tudo, obrigada. Você é um fofo! Valeu sua intenção.”
Henrique a beijou. Então, disse:
“Escute, foi muito gostoso aquele dia, né? No telefone?”
Rafaela assumiu um jeitinho de envergonhada e respondeu, desviando o olhar:
“É… É verdade…”
O rapaz respondeu, sincero:
“Desculpe, sei que não é hora, mas só queria registrar. Só de pensar já fico… Você entende.”
A jovem namorada olhou, por reflexo e sem pensar, para o volume que surgia nas calças de Henrique. Então levantou os olhos rápido, percebendo o que tinha feito.
“Ah, seu bobo! Não faça uma menina de família ficar olhando essas coisas!”, brincou. Então, assumindo uma expressão séria, ponderou um pouco e completou: “Mas, você sabe, talvez não fizesse mal a gente… Ah, deixa pra lá.”
“O que?”
“Ah, deixa. Você vai me achar… Sei lá, atirada.”
“Fica fria, Rafa. Você sabe que a gente pode falar de tudo.”
“Eu estava pensando… Não faria mal fazer uma coisa parecida com aquilo… Mas ao vivo, sabe?”
Henrique entendeu logo e achou a melhor ideia de toda a humanidade em todos os tempos.
“Pois é, né? A gente nem precisa se encostar.”
“É.”
Os namorados se olharam e pareceram esperar um do outro a iniciativa. Rafaela assumiu a frente:
“Então… Vamos ao meu quarto?”
Sobre a cama, virados de frente um para o outro, concluíram que o melhor seria começar tentando manter o máximo de peças de roupa, por segurança. Então, olhando-se nos olhos, deslizaram as próprias mãos para dentro dos shorts e calças, respectivamente. Em trinta segundos, sentiam-se mais envergonhados do que excitados, ao perceberem a dificuldade com que se tocavam. Concordaram, então, em tirar a parte de baixo e ficar só de cueca e calcinha. A visão que Henrique teve de Rafaela, só de calcinha, fê-lo ficar duro novamente, como nunca. A garota percebeu, e, pela primeira vez, teve ideia da dimensão do membro do rapaz. Meteu a mão na calcinha e começou, resoluta. Olhou diretamente nos olhos dele, e, logo, sua deliciosa boca entreaberta passou a tomar ar de forma um pouco mais intensa. O jovem, que também se masturbava, tomava cuidado com a rapidez, tentando controlar-se o melhor possível. Parou por um momento:
“Lindinha, você se importa se eu for mais para perto?”
“Pode vir.”

Sentou-se mais próximo a ela, com a intenção de, com a outra mão, arriscar sentir um pouco de seu corpo. Tocou a perna da moça e logo alcançou a nádega, segurando-a firme. Rafaela jogou um pouco a cabeça para trás e fechou os olhos, demonstrando um prazer inesperado. Então, sem pensar muito, descuidou-se um pouco de si para segurar o grande pênis ereto. Disse, um pouco ofegante:
“E se a gente fizesse um no outro?”
No instante seguinte acariciavam-se mutuamente, com visível prazer, ainda que um pouco sem jeito e sem técnica. A calcinha e a cueca dificultavam bastante. Então, inesperadamente, Rafaela puxou o membro de Henrique para fora da cueca e passou a masturbá-lo, em movimentos livres, já sem inibição. O jovem sentiu que não iria conseguir segurar por muito tempo, então reteve delicadamente a mão que o estimulava. Além disso, ainda havia mais uma coisa que queria experimentar.
“Vem um pouco no meu colo? Não tem problema, você ainda está de calcinha.”
“Será?”
“Fica tranquila. Está tudo sob controle.”
Rafaela, ainda de calcinha e uma blusinha branca, veio para perto e sentou-se no colo do rapaz, de frente para ele, posicionando-se com cuidado; as partes mais sensíveis de sua vulva estariam tocando exatamente as mais sensíveis sob o pênis de Henrique, não fosse pela camada de tecido. Ainda assim, o rapaz teve uma sensação quase plena ao perceber quão liso estava o tecido encharcado da calcinha da garota. Segurou-a pela cintura e a fez mover-se. Em pouco tempo, a cada movimento, Rafaela inclinava mais e mais a cabeça para trás, ofegando alto, e, sem qualquer pudor, assumiu os movimentos. A lubrificação superava qualquer atrito do tecido. Os namorados suavam e amavam-se intensamente, sem parar e sem pensar em mais nada.
Para dizer a verdade, em meio a seu êxtase, a jovem, com extrema dificuldade, ainda conseguiu ponderar. Pensou que ambos eram virgens, que portanto seria improvável a transmissão de alguma DST e que teria poucas chances de aquilo acabar em alguma consequência maior, caso decidisse aceitar ao menos uma parte daquele grande membro dentro de si, só por um tempinho, para fazer amor de verdade e dar-lhe o prazer de acessar seu interior lubrificado. Se fizesse esse movimento de ousadia… Provavelmente, causaria o maior orgasmo das vidas de ambos, ainda que fosse necessário separarem-se antes da conclusão. E, em meio aos movimentos para frente e para trás, em meio a um prazer a cada instante maior e mais inebriante, e aos gemidos de seu parceiro, parou de repente, levantou-se, e, apoiando-se em um braço, tirou rapidamente a calcinha. Então, sem nem olhar para o namorado, posicionou-se acima do pênis ereto, direcionando-o para a entrada de sua vagina. Desceu devagar, sentindo-se invadida pelo corpo quente e liso. Gemeu.
Henrique mal podia acreditar, mas entendeu que deveria retirar-se de dentro daquele orifício encantado antes da conclusão de seu prazer, por mais difícil que fosse. Sabendo das possíveis consequências, estava determinado a terminar fora. Mas seu prazer duplicava, triplicava, a cada movimento da garota. Rafaela rebolava, movia-se com desenvoltura, como uma dançarina, uma ginasta, como uma máquina perfeita, e com o corpo mais gostoso, os mais belos seios, a mais irresistível cintura. O rapaz segurava um dos seios sob a blusa da garota, e percebia o bico ereto.
Rafaela deitou-se, então, sobre o namorado, sem que se desencaixassem. Henrique assumiu os movimentos, e com seu grande membro, não teve dificuldade em mantê-lo dentro da moça. Movia-se como louco, para cima e para baixo, cada vez mais rápido. A garota ofegava e, num gemido, retesou o corpo. Estava gozando.
Henrique não podia tirar, não podia… Ela tinha de terminar… Sentiu seu pênis ser massageado pelas contrações de Rafaela. Não podia mais esperar.
Esqueceu-se de tudo. Ejaculou o que lhe pareceram litros, em jatos cuja conta perdeu, enquanto continuava a mover-se sem parar dentro de Rafaela. Continuou. O gozo não acabava em meio ao encaixe mais perfeito da natureza.
Rafaela deixava-se invadir.
Obs.: Amigo leitor, ande sempre com camisinha para não ter de se arriscar…

Outro excelente conto, parabéns.
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